NFJ#281 ūüćā Ataques ao jornalismo viram pol√≠tica de Estado e asfixiam a democracia

Opera√ß√£o da PF contra fake news e a transpar√™ncia, Trump vs Twitter, a monetiza√ß√£o do indiv√≠duo, a cobertura das manifesta√ß√Ķes pr√≥-democracia, desinforma√ß√£o atrapalha m√©dicos no front da Covid-19

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Oi, gente, como estão? Lívia aqui.

Semana come√ßando depois de dias CONTURBAD√ćSSIMOS. Tentamos resumir e contextualizar, como fazemos sempre. Gosto de pensar que a newsletter √© tamb√©m uma forma de registro, de mem√≥ria do jornalismo de nosso tempo. 

Antes da news, deixa a gente dizer pra voc√™s que as vagas para o evento de hoje √† noite que estamos organizando com Grupo Matinal Jornalismo e Afonte Jornalismo de Dados EST√ÉO ESGOTADAS. Se por acaso voc√™s ainda n√£o escreveram, ainda h√° uma esperan√ßa. Aqui tem uma lista de espera. Vamos liberar a participa√ß√£o de quem est√° na lista por volta das 20h10. O aviso ser√° enviado por email. Ent√£o, quem se inscrever na espera precisa ficar ligado na sua caixa de entrada. E quem est√° inscrito, por favor, o respeito ao hor√°rio √© fundamental para garantir a participa√ß√£o. O link do evento, fornecido por email, estar√° aberto dez minutos antes do in√≠cio, 19h50. Programem-se.

O papo ter√° a participa√ß√£o de Ela√≠ze Farias (Amaz√īnia Real/AM), Thays Lavor (Freelancer/CE), Melissa Cannabrava (Voz das Comunidades/RJ), Gabriela S√° Pessoa (UOL/SP) e Hyury Potter (Freelancer/SC), com media√ß√£o de Marcela Donini (Grupo Matinal Jornalismo/Farol Jornalismo) e Ta√≠s Seibt (Afonte Jornalismo de Dados).

Vamos para news?

Antes de começar, fazemos questão de endossar o coro e dizer que somos jornalistas antifascistas. A news de hoje tem texto meu, colaboração da Marcela e edição do Moreno. E edição está maior do que o normal. Mas não teria como ser diferente.

Bora.


ūüćā A morte de George Floyd, homem negro asfixiado por um policial em Minneapolis reacendeu a luta antirracista nos EUA. O NYT resumiu e contextualizou tudo nesta excelente pe√ßa audiovisual. Uma equipe da CNN foi algemada e detida durante cobertura dos protestos. Detalhe: o rep√≥rter era negro. A Vox contabilizou mais de duas dezenas de incidentes da pol√≠cia contra jornalistas. Aqui no Brasil, o domingo foi marcado por ato pr√≥-democracia organizado por torcidas de futebol na Paulista, que terminou com ataques da PM contra os manifestantes a favor da democracia (aqui, a repeti√ß√£o √© proposital). A cobertura das TVs, feita no calor da hora, falhou em n√£o conseguir reportar o momento em que os grupos pr√≥-Bolsonaro e pr√≥-democracia se encontraram, o que deu in√≠cio √† viol√™ncia da PM. Como o contexto √© essencial para n√£o se cometer injusti√ßas nas transmiss√Ķes ao vivo. Sabemos disso desde 2013, n√©? Nos sites, o registro est√° mais completo e pr√≥ximo dos fatos. Segundo o UOL, ‚Äúforam dois momentos de confus√£o, com os policiais lan√ßando bombas de g√°s e fazendo uso de spray de pimenta para conter apenas o lado dos torcedores‚ÄĚ. Enquanto isso, Bolsonaro cavalgava em ato contra o STF e a favor da interven√ß√£o militar em Bras√≠lia.


ūüćā A escalada de amea√ßas e viol√™ncia contra jornalistas brasileiros chegou a n√≠veis intoler√°veis, como temos noticiado aqui na news h√° bastante tempo. Intoler√°veis a ponto de William Bonner relatar a Pedro Bial que n√£o consegue mais andar de avi√£o sem ser xingado; a ponto de um jornalista ser amea√ßado de morte em rede social; a ponto de ‚Äúmanifestantes‚ÄĚ berrarem ‚Äúvoc√™s s√£o lixo‚ÄĚ para rep√≥rteres; a ponto do filho do presidente da Rep√ļblica difamar, mais uma vez, a jornalista Patricia Campos Mello. Esses s√£o apenas alguns exemplos da √ļltima semana, que teve uma rea√ß√£o importante: Folha, Grupo Globo, Band e Metr√≥poles se juntaram a Correio Braziliense e Congresso em Foco e suspenderam a cobertura no Alvorada (o ‚Äúcercadinho‚ÄĚ) at√© que haja seguran√ßa para os jornalistas. ABI e Fenaj apoiaram a decis√£o, que teve repercuss√£o internacional. Bolsonaro, no entanto, disse que os ve√≠culos est√£o se vitimizando. Eduardo Bolsonaro, em tom de amea√ßa, afirmou que a imprensa merece o futuro que se avizinha. Dois dias depois, no mesmo cercadinho, uma rep√≥rter da CNN foi interrompida ao vivo por um apoiador do presidente. Como definiu Let√≠cia Duarte, √© a Bolsocracia, na qual hostilizar a imprensa se tornou uma pol√≠tica de Estado, pontua a Artigo19. Um tipo contempor√Ęneo de cerceamento da imprensa √© o bloqueio de jornalistas por agentes p√ļblicos nas redes sociais. Se isso aconteceu com voc√™, informe √† Abraji, que est√° fazendo um levantamento dessa pr√°tica. √Č tamb√©m da Abraji, em parceria com a OAB e Observat√≥rio da Liberdade de Imprensa, esta cartilha sobre medidas legais para prote√ß√£o de jornalistas contra amea√ßas e ass√©dio online. Leitura obrigat√≥ria nesses tempos sombrios. O Pacto pelo Democracia est√° mapeando diariamente ataques feitos √† imprensa, institui√ß√Ķes e cidad√£os.


ūüćā Jo√£o Paulo Charleaux, rep√≥rter especial do Nexo, √© contra a suspens√£o da cobertura no Alvorada, pois ‚Äún√≥s n√£o podemos tergiversar sobre a redu√ß√£o dos espa√ßos democr√°ticos‚ÄĚ. Para resolver a quest√£o da seguran√ßa, ele defende ‚Äúuma estrat√©gia de dupla responsabiliza√ß√£o dos envolvidos: tanto em rela√ß√£o aos protagonistas dessas inj√ļrias e amea√ßas, quanto em rela√ß√£o √†s autoridades respons√°veis por garantir a seguran√ßa local‚ÄĚ. Para Rafael Moro Martins, do Intercept, ‚Äúem que tipo de pa√≠s um jornalista n√£o est√° seguro na porta da resid√™ncia oficial do presidente? Isso n√£o pode ser normalizado‚ÄĚ. Nesta entrevista √† Folha, a fil√≥sofa e jornalista alem√£ Carolin Emcke afirma que a imprensa tem sido ing√™nua ao dar espa√ßo excessivo aos movimentos da extrema direita, tornando-se c√ļmplice na normaliza√ß√£o e na legitima√ß√£o do √≥dio. Para ela, ‚Äú√© crucial que os jornalistas entendam que eles devem ser imparciais em rela√ß√£o a diferentes partidos pol√≠ticos, mas parciais em rela√ß√£o √† verdade e aos direitos humanos". Em artigo para o Estad√£o, o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, destaca que ‚Äúos sinais de uma democracia asfixiada frequentemente aparecem sob a forma de jornalistas e opositores sendo censurados, coagidos ou amea√ßados. Ao primeiro sinal, √© preciso dar um basta‚ÄĚ. Artigo assinado por institui√ß√Ķes como Artigo19, Intervozes e Rep√≥rteres sem Fronteiras alerta para este momento de fragilidade democr√°tica. ‚ÄúA viol√™ncia contra comunicadores e a restri√ß√£o da liberdade de imprensa foram e s√£o os principais elementos mobilizados para restringir a liberdade de express√£o e a pr√≥pria democracia no mundo todo‚ÄĚ. Esta √© tamb√©m a an√°lise de Gill Phillips, diretora jur√≠dica do Guardian. Para ela, a imprensa livre em todo o mundo est√° sob amea√ßa‚ÄĚ.


ūüćā Outro fato pol√≠tico com influ√™ncia no jornalismo foi a opera√ß√£o da PF contra financiadores de rede de fake news. Para quem quer um contexto maior, indicamos estas mat√©rias do Nexo e do Estad√£o. Em defesa do inqu√©rito que preside, o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou que √© preciso haver responsabiliza√ß√£o de grupos que se associam de ‚Äúforma criminosa para propagar, na internet, discursos racistas, discriminat√≥rios, de √≥dio e contra a democracia e as institui√ß√Ķes democr√°ticas‚ÄĚ. Entidades, ve√≠culos e jornalistas assinaram um manifesto contra a censura e fake news. Ap√≥s a opera√ß√£o da PF, a atividade de rob√īs bolsonaristas no Twitter caiu 40% em rela√ß√£o a picos anteriores, segundo apurou M√īnica Bergamo. No entanto, o inqu√©rito do STF tem recebido cr√≠ticas: Tai Nalon, diretora do Aos Fatos, questionou a falta de transpar√™ncia da investiga√ß√£o, que corre sob sigilo. ‚ÄúEmbora o ministro defenda que subsidiar financeiramente ataques ao STF violem direitos constitucionais de liberdade de express√£o, n√£o est√£o comprovados publicamente comportamentos cl√°ssicos de campanha, como sincronicidade e engajamento padronizado‚ÄĚ, disse, nesta thread. Em entrevista √† Renata Lo Prete, o professor Pablo Ortellado chamou aten√ß√£o para a obviedade dos alvos da opera√ß√£o (a rede bolsonarista sobre a qual havia mat√©rias na imprensa ou os mencionados na CPMI das Fake News). Para ele, grandes grandes canais do YouTube e influenciadores (ex: Folha do Brasil, Folha Pol√≠tica e Bolsonaro TV) n√£o apareceram. ‚ÄúOlhando para os alvos, as investiga√ß√Ķes n√£o parecem estar muito avan√ßadas‚ÄĚ. A rea√ß√£o de Bolsonaro, que culminou com um pedido de habeas corpus do ministro da Justi√ßa no STF, tamb√©m foi duramente criticada. H√° tamb√©m tramitando no Congresso Nacional um projeto para cria√ß√£o da Lei das Fake News, que pode ser votado nos pr√≥ximos dias. Canal Meio e Cristina Tard√°guila apontam os problemas dessa tentativa de regulamenta√ß√£o. Para Ta√≠s Gasparian, faltam debate e profundidade no caminho sinalizado pelo Congresso.


ūüćā Com tudo isso, nem parece que estamos no meio de uma pandemia, n√©? Pois ent√£o. Esta reportagem da DW Brasil conta como as not√≠cias falsas est√£o atrapalhando m√©dicos em meio √† crise da Covid-19. Segundo eles, profissionais de sa√ļde brasileiros relatam que suas rotinas t√™m sido afetadas por conflitos com pacientes e familiares de doentes que se deixam levar por boatos divulgados em redes sociais. Em entrevista ao Headline, Cristina Tard√°guila, diretora da IFCN, afirma que mais de 6.200 not√≠cias falsas sobre a Covid-19 j√° foram compartilhadas em mais de 43 idiomas desde o in√≠cio da pandemia. "Not√≠cias falsas sobre curas e m√©todos de preven√ß√£o s√£o as mais preocupantes e perigosas", conta. O Poynter d√° uma boa dica para conter (ou pelo menos diminuir) a desinforma√ß√£o sobre o coronav√≠rus: fact-checking de amigos e familiares nas redes sociais. √Č claro que o tema tem chamado aten√ß√£o de pesquisadores do mundo todo: depois da Universidade de Columbia (leiam a NFJ #279), agora a Universidade de Stanford lan√ßou o Virality Project, estudo global para entender a din√Ęmica espec√≠fica da desinforma√ß√£o na crise da Covid-19.


ūüćā Ainda sobre desinforma√ß√£o, voc√™s devem ter visto a treta do Twitter com o Trump. Primeiro, um post do presidente dos EUA sobre fraudes em vota√ß√£o por correio ganhou um selo de desinforma√ß√£o. Esta mat√©ria do Guardian explica que a decis√£o da empresa √© resultado de uma nova pol√≠tica, lan√ßada em 11 de maio - os tweets de Trump violaram a "pol√≠tica de integridade c√≠vica" do Twitter. Irritado, Trump assinou um decreto para reduzir prote√ß√Ķes legais de empresas de tecnologia. Dias depois, outro post do presidente sugerindo atirar em manifestantes de Minneapolis recebeu um aviso de ‚Äúglorifica√ß√£o da viol√™ncia‚ÄĚ. Em ambos os casos o Twitter informou que manteve o tweet, ‚Äúporque √© importante que as pessoas ainda possas v√™-los, devido √† sua relev√Ęncia para assuntos de import√Ęncia p√ļblica em andamento‚ÄĚ. Segundo este texto do Poynter, uma pergunta √© se as etiquetas mudam a opini√£o de algu√©m sobre o assunto. ‚ÄúOs partid√°rios de Trump podem simplesmente ignorar o aviso do Twitter e seguir em frente‚ÄĚ. Mas destacam que foi um grande passo para o Twitter, depois de anos de press√£o para agir contra os posts mentirosos de Trump. Cristina Tard√°guila, tamb√©m para o Poynter, questiona: ‚ÄúDonald Trump √© realmente o √ļnico desinformador que o Twitter pode encontrar?‚ÄĚ. Para ela, a decis√£o est√° no caminho certo, mas falta transpar√™ncia. ‚ÄúNa batalha contra a desinforma√ß√£o, √© essencial ter uma metodologia clara e p√ļblica‚ÄĚ, defende. Nosso amigo Mark Zuckerberg, por outro lado, afirmou √† Fox News que n√£o vai verificar os posts de Trump, como fez o Twitter. ‚ÄúO Facebook n√£o deve ser o √°rbitro da verdade de tudo o que as pessoas dizem online. Acho que, em geral, empresas privadas n√£o deveriam estar em posi√ß√£o de fazer isso".


ūüćā Uma sele√ß√£o de links sobre jornalismo e coronav√≠rus: A Amaz√īnia Real vai contar hist√≥rias de viol√™ncia contra a mulher na pandemia. Se voc√™ tem uma hist√≥ria, pode compartilhar com a ag√™ncia por meio deste formul√°rio. Jornalistas da It√°lia, Espanha e Equador relatam como se adaptaram diante da pandemia. Giulio Rubino, da IRPI, por exemplo, aconselha que as reda√ß√Ķes se concentrem nas quest√Ķes locais. "O lockdown nos mostra a import√Ęncia dos vizinhos diretos, do bairro e da cidade. Os primeiros discursos de como imaginar a sociedade p√≥s-Covid s√£o feitos nesses ambientes locais‚ÄĚ, afirmou. Outra dica √© empatia. Isso mesmo, este texto do Poynter defende que, nesta crise, ter empatia √© um imperativo nas reda√ß√Ķes. Lembram da capa emblem√°tica do NY Times com os 100 mil mortos nos EUA, n√©? O professor Roy Peter Clark descreve, neste texto cheio de detalhes e nostalgia, como foi seu ritual de leitura do jornal do dia 24 de maio. Para finalizar este bloco, o Programa de P√≥s-Gradua√ß√£o em Jornalismo da UFSC vai discutir o jornalismo na pandemia em um ciclo de lives. A primeira foi com o jornalista Marcelo Soares. E o Intercom tamb√©m est√° transmitindo lives semanais sobre m√≠dia e coronav√≠rus.


ūüćā Vamos falar de futuro? Para Jeremy Caplan, diretor da Newmark J-School, a nova era do jornalismo empreendedor ter√° profissionais operando de maneira independente e na l√≥gica de nicho - o que ele chama de ‚Äúex√©rcitos de um‚ÄĚ. Segundo ele, este movimento j√° se desenhava, mas com a pandemia ficou ainda mais claro. ‚ÄúOs criadores de nicho est√£o lan√ßando podcasts, criando newsletters e canais do YouTube de forma independente. Alguns est√£o lan√ßando publica√ß√Ķes locais de nicho para preencher a lacuna do deserto de not√≠cias e revitalizar o engajamento c√≠vico‚ÄĚ, afirma. Pensando nisso, a Newmark J-School come√ßar√°, em janeiro de 2021, um programa exclusivamente online para capacitar esses empreendedores de nicho. Em sua coluna no NYTimes, Ben Smith afirma que o pr√≥ximo modelo de neg√≥cios da m√≠dia ser√°: monetize o indiv√≠duo. Jarrod Dicker, executivo de M√≠dia do Washington Post, acrescenta que as empresas de m√≠dia do futuro devem se parecer com as gravadoras de hoje, para quem o talento √© a for√ßa motriz por tr√°s do neg√≥cio. ‚ÄúTrata-se de manter, apoiar e aumentar os neg√≥cios de um indiv√≠duo melhor do que ele √© capaz de fazer por conta pr√≥pria. O futuro do neg√≥cio da m√≠dia incluir√° sua base em publicidade, assinaturas, eventos e reputa√ß√£o de marca, mas se estender√° ao territ√≥rio do gerenciamento de talento (Talent Management)‚ÄĚ. Ao comentar o artigo de Dicker, Aram Zucker-Scharff lembra que as redes sociais j√° mostraram que pessoas confiam mais em outras pessoas do que em marcas e que esta j√° √© uma realidade em algumas reda√ß√Ķes, onde editores fazem parte do que vende o conte√ļdo.


ūüćā O Globo lan√ßou o projeto Sonar, feito em parceria com ag√™ncias especializadas na leitura das m√≠dias sociais, para produzir reportagens a partir de levantamento do comportamento das redes diante de acontecimentos marcantes e debates p√ļblicos. A primeira delas mostrou como an√ļncios de Petrobras e Eletrobras v√£o parar em sites de fake news. O CozinhaLab criou o "Pequeno manual de audiovisual para professores", com dicas de equipamentos e t√©cnicas para melhorar a qualidade das aulas online. Vejam algumas ferramentas para jornalismo investigativo. E essas estrat√©gias de capta√ß√£o de recursos para reda√ß√Ķes. O blog ‚ÄúJornalismo nas Am√©ricas‚ÄĚ, do Knight Center, entra em recesso e voltar√° como ‚ÄúLatAm Journalism Review‚ÄĚ. O Artigo19 est√° com uma vaga de consultor do programa Direito Digital. Novo MOOC do Knight Center sobre DDJ √© focado em obter os dados corretamente, com equidade e √©tica.


√Č isso! Boa semana e at√© segunda que vem.

Lívia Vieira e Moreno Osório


Nosso agradecimento de <3 vai para:

Adriana Martorano Vieira, Alciane Baccin, Ana CLaudia Gruszynski, Ana Paula Rocha, Anderson Jos√© da Costa Coelho, Anderson Meneses, Andr√© Caramante, Andr√© Schr√∂der, Andrei Rossetto, Ariane Camilo Pinheiro Alves, Bernardete Melo de Cruz, Bibiana Garcez, Bibiana Os√≥rio, Boanerges Balbino Lopes Filho, Caio Cesar Giannini Oliviera, Carolina Oms, Carolina Silva de Assis, Casemiro Alves, Cec√≠lia Seabra, Cristiane Lindemann, Davi Souza Monteiro de Barros, Diego Freitas Furtado, Diego Queijo, Edimilson do Amaral Donini, Eliane Vieira, Emilene Lopes, Estelita Hass Carazzai, F√™Cris Vasconcellos, Felipe Ben√≠cio da Costa Dias, Felipe Cruz, Felipe Seligman, Filipe Techera, Flavio Dutra, Gabriel Jacobsen, Gabriela Favre, Giuliander Carpes, Guilherme Nagamine, Isaque Criscuolo, Itevaldo Costa Junior, Jana√≠na Kalsing, Jo√£o Vicente Ribas, Jonas Gon√ßalves da Silva, Jordana Fonseca, Jorge Eduardo Dantas de Oliveira, Kaluan Bernardo, Leticia Monteiro, Luiz Denis Gra√ßa Soares, Marcela Duarte, Marcelo Crispim da Fontoura, Marco T√ļlio Pires, Margot Pavan, Maria Elisa Maximo, Mayara Penina, Michelle Raphaelli, Nadia Leal, Nara Leal, Nat√°lia Levien Leal, Paula Bianchi, Pedro Burgos, Pedro Luiz da Silveira Os√≥rio, Pedro Rocha Franco, Priscila Bernardes, Priscila dos Santos Pacheco, Rafael Grohmann, Raquel Ritter Longhi, Regina Maria Pozzobon, Roberto Nogueira Gerosa, Roberto Villar Belmonte, Rodrigo Muzell, Rogerio Christofoletti, Rose Ang√©lica do Nascimento, S√©rgio L√ľdtke, S√©rgio Spagnuolo, Silvio Sodr√©, Tatiane de Assis, Vinicius Batista de Oliveira, Vivian Augustin Eichler, Washington Jos√© de Souza Filho.